Segunda-feira, 25 de Outubro de 2004

(In)docentes

Não acham que seria justificável um ranking de professores ou, em alternativa, uma espécie de exame de aptidão antes de atirarem com os professores aos nossos filhos? Já agora: estes senhores e senhoras terão obtido as suas licenciaturas numa universidade portuguesa?
Exemplos:
«“sobretudo no Mundo, mas também na Europa” [em vez de “na Europa, mas sobretudo no resto do Mundo”], professora de História
“ou isoladamente, ou individualmente”[em vez de “ou isoladamente, ou em conjunto”], professora de Português A
“este número quatro chamaria-se Rita” [em vez de “chamar-se-ia”], professora de Informática
“um desajuste visual mais grande” [em vez de “maior”], Professora de Português A (!!!)
“esse novo ideal poderia então viçar” [em vez de “vicejar”], professora de Português A
“um caminhão cheio de terra” [em vez de “camião”], professora de Português A(com um acesso de brasileirice?)
“ceptcismo”[em vez de “cepticismo”], professora de Português A (que confrontada com a observação de um aluno sobre a falta do “i” alegou que é mesmo assim que se escreve!!! – pena que o Aurélio e o Houaiss não concordem…)
“enfim, há-des crescer” [em vez de “hás-de”], professora de Filosofia (um clássico!)
“consideramos nós superiores aos outros”[em vez de “consideramo-nos”], professor de Sociologia
“com sentido perjorativo”[em vez de “pejorativo”], professora de Filosofia»
Não divulgo a origem, mas convido a autora a, se entender correr esse risco, incluí-la nos comentários. Trata-se de uma aluna do secundário e, normalmente, a denúncia da professoral ignorância arrasta vinganças.
publicado por bartsky às 14:39
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De Anónimo a 26 de Outubro de 2004 às 19:27
É verdade que há maus professores e bons professores, e que os professores actuais são o fruto do ensino que temos (de muito má qualidade, sobretudo devido à acção dos sucessivos governos que por este burgo têm passado nos últimos anos). Mas a generalização do artigo é, no mínimo, abusiva. Faz pensar que todos os professores são burros e vingativos. O que não é verdade. Todos cometem erros, mesmo o autor deste blog. Por exemplo, no seu artigo "O Abismo", faz referência ao "orçamento de estado". deveria escrever estado com maiúscula, pois trata-se do orçamento do estado português.
Ah... só dizer que sou professor. E que me custa muito ver os erros do alguns dos meus colegas. Mas isso não me impede de observar o quanto se esforçam muitos professores para lutar contra a mediocridade que de cima nos querem impor.António Lopes
</a>
(mailto:ant.lopes@netcabo.pt)


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